No último dia 10 de novembro o Brasil ficou às escuras devido, segundo a Secretaria de Minas e Energia, problemas técnicos e atmosféricos na Usina de Itaipu, na divisa com o Paraguai. Devido a isso, outros acontecimentos no Rio de Janeiro, envolvendo uma série de apagões pela cidade, despertou o interesse por fontes de energia alternativa que podem ser utilizadas em planos emergenciais no caso de novos blecautes.De acordo com a Sociedade do Sol (SOSOL), órgão responsável por projetos termoelétricos no Brasil, a energia solar seria o mais eficaz dos planos de emergência que o governo poderia desenvolver para amenizar o consumo elétrico no país. O processo de armazenamento da energia é de fácil acesso e em algumas regiões disponibilizadas gratuitamente pelo governo.
As tecnologias utilizadas para esse tipo de iniciativa são feitas através de coletores de polímero ou cobre situados nos telhados a cima dos canos e fiações elétricas. São, em sua maioria, placas refletoras constituídas de alumínio, vidro e lã que provocam uma sensação próxima a do efeito estufa, aquecendo, de maneira natural, as tubulações de água que percorrem a casa. O aquecimento solar é eficaz como alternativa, principalmente, em ambientes de grande consumo elétrico como hotéis, empresas e clubes.
O mercado de instalações de energia solar tem crescido nos últimos anos, instituições como Alternativa Solar e SOS Solar lideram o setor de vendas de equipamentos para residências e apartamentos e impulsionam novos planos governamentais para a utilização, desse meio alternativo, forma de economia mundial e preservação do meio ambiente. Caso o modelo seja implementado por órgãos públicos, o Brasil se colocaria como um dos primeiros países em desenvolvimento a adotar meios eficazes de aquecimento alternativo, com foco de mobilização nacional de combate ao excesso de elaboração de gás carbônico devido ao consumo elétrico.
Segundo a Sociedade do Sol, a energia elétrica economizada em uma residência, aumenta a redução de elementos químicos correntes da atmosfera e com isso um novo processo de aquecimento descontrolado.
“Cada KWh que deixa de ser consumido no chuveiro elétrico leva à redução de emissão de aproximadamente 0,6 Kg de gás carbônico, CO2, nas novas usinas termoelétricas acionadas por gás natural, com a subsequente redução da velocidade da acumulação deste gás efeito estufa na atmosfera terrestre”, diz o vice-presidente do SOSOL, Giusepe Vulcano .
por Ingrid Procópio
Nenhum comentário:
Postar um comentário